Anexo D do Relatório Único: guia de preenchimento para SST

O Anexo D é a componente do Relatório Único dedicada à atividade de Segurança e Saúde no Trabalho. Para quem gere SST para várias empresas, o desafio não é apenas conhecer o formulário: é reunir informação de um ano inteiro, atribuí-la ao estabelecimento certo e rever tudo antes da submissão.

O serviço oficial do Relatório Único é da responsabilidade da Autoridade para as Condições do Trabalho e a prestação é anual. Consulte sempre a informação atual da campanha em gov.pt.

Que informação precisa de preparar

O Anexo D reúne informação relacionada com a organização e atividade de SST. Na prática, o técnico precisa de chegar à preparação com a estrutura da empresa e dos estabelecimentos consistente e com os registos do ano suficientemente organizados para preencher e rever os campos aplicáveis.

A publicação estatística oficial baseada no Anexo D mostra precisamente a diversidade da informação recolhida — organização dos serviços, fatores de risco e agentes, atividade de segurança e saúde e acidentes de trabalho, entre outros indicadores.

JanDezJanela de entrega (março–abril)Registo ao longo do ano → Anexo D preparado sozinho

Passo 1: confirme empresa e estabelecimentos

Antes de olhar para números, confirme a estrutura. Um registo associado ao estabelecimento errado cria uma inconsistência que pode passar despercebida até à revisão final. Para carteiras grandes, esta validação deve acontecer durante o ano, não apenas na época do Relatório Único.

Passo 2: reveja a atividade de SST do período

Verifique se os dados operacionais que suportam o relatório estão completos: avaliações e medidas de prevenção, atividade de saúde do trabalho, formação, acidentes e outros registos relevantes para a realidade da empresa. O objetivo não é preencher automaticamente o que não existe — é descobrir lacunas cedo.

Passo 3: trate os dados em falta como uma lista de trabalho

Quando o sistema identifica um campo sem suporte suficiente, a resposta útil é indicar o que falta e onde deve ser corrigido. Um bom fluxo de Anexo D transforma inconsistências numa lista acionável em vez de esconder ausência de dados atrás de valores assumidos.

Passo 4: reveja por estabelecimento

Em estruturas multiestabelecimento, faça a revisão no mesmo nível em que a atividade foi registada. Isto ajuda a detetar dados duplicados, trabalhadores mal atribuídos e atividade associada ao local errado antes da exportação ou transcrição para o canal oficial.

Passo 5: confirme a campanha em vigor

O Relatório Único é anual, mas instruções, datas concretas e eventuais prorrogações devem ser confirmadas na fonte oficial para a campanha em curso. Evite construir o processo interno em torno de uma data copiada de um artigo antigo.

O erro mais caro: reconstruir o ano na última semana

Se exames, formação, riscos e acidentes vivem em sistemas diferentes, a época do Anexo D transforma-se num projeto de reconciliação. Quanto maior a carteira, maior a repetição. A alternativa é manter os dados operacionais ligados à empresa e ao estabelecimento desde o momento em que a atividade acontece.

Como o Salvus apoia o Anexo D

O Salvus consolida informação de SST registada ao longo do ano, organiza a preparação por empresa e estabelecimento e apresenta lacunas para revisão antes da utilização dos dados no Relatório Único. O técnico continua a rever a informação e a confirmar as instruções oficiais aplicáveis à campanha.

Veja a página de Relatório Único e Anexo D, leia também o guia de preparação do Relatório Único ou experimente a demo.

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Anexo D do Relatório Único: guia de preenchimento para SST